sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Dois elefantes

Ontem eu escrevi sobre quando andei de elefante e prometi deixar mais alguma coisa para ilustrar melhora o post.Não me acorreu nada que pudesse enfeitar. E resolvi que não ia escrever mais nada sobre o assunto. Fui navegar e dei uma passadinha na casa (virtual) de um poeta que eu conheci (virtualmente) há pouco tempo. O nome dele é Jacinto Correa.
Por lá eu li sobre alguém que leu o livro dele e chorou na dedicatória que ele havia feito para o pai. Na mesma hora me veio à cabeça a imagem da ilustração do livro do Saint-Ex, "O Pequeno Príncipe" Uma jibóia engoliu um Elefante. E me lembrei imediatamente de como eu ficava comovida e chorava escondida quando lia a dedicatória que ele escreveu para o amigo.
"A LÉON WERTH
Peço perdão às crianças por dedicar este livro a uma pessoa grande. Tenho uma desculpa séria: essa pessoa grande é o melhor amigo que possuo no mundo. Tenho um outra desculpa: essa pessoa grande é capaz de compreender todas as coisas, até mesmo os livros de criança. Tenho ainda uma terceira: essa pessoa grande mora na França, e ela tem fome e frio. Ela precisa de consolo. Se todas essas desculpas não bastam, eu dedico então esse livro à criança que essa pessoa grande já foi. Todas as pessoas grandes foram um dia crianças. (Mas poucas se lembram disso.) Corrijo, portanto, a dedicatória:
A LÉON WERTH QUANDO ELE ERA PEQUENINO"

3 comentários:

jacinto disse...

Obrigado po]elo carinho com a minha poesia. Gostei muito do seus ítio, tantos pomares e príncipes.
Até breve
Jacinto Fabio Corrêa

jacinto disse...

Oi Desculpe, digitei sem cuidado. Repito:
Obrigado pelo carinho com a minha poesia. Gostei muito do seu sítio, tantos pomares e príncipes.
Até breve
Jacinto Fabio Corrêa

Jôka P. disse...

Um dos dois elefantes sou eu.